Blog do Birner


Meu novo endereço é http://blogdobirner.net.

Você está convidado (a) a visitar meu novo blog. Ainda estamos em teste, mas o Paulinho, com sono, de madrugada, após fortes emoções, esqueceu que o endereço deveria ser divulgado amanhã, quinta-feira. Desgovernado! Peço perdão por eventuais problemas operacionais. Obrigado.



Escrito por Vitor Birner às 13h16
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Só para não dizer que não apareci!

Se o clássico paulista tivesse terminado empatado ou com vitória do São Paulo, só escreveria terça-feira, quando saberei o dia exato em que o novo blog vai para net.

Como o limitado Corinthians ganhou no final da partida, com toque de Fábio Ferreira * que ganhou da zaga no cruzamento e tocou para Betão, como centroavante, fazer o gol, decidi opinar.

Situação inusitada e resultado normal em clássico.

O River Plate, em crise, derrotou o Boca Juniors jogando bem melhor e com grande atuação de Ortega, o que não acontecia faz tempo.

O salto alto são-paulino, tal qual declarou Alex Silva, foi determinante.

O São Paulo jogou bem no primeiro tempo.

A contusão de Rogério Ceni foi o sinal de que não poderia ter sido doutra forma.

Claro que o monte os desfalques e o cansaço pesam. Esse também é o preço de ter eliminado o Boca Juniors.

Valeu pela emoção de Betão.

Segurem o Vampeta ( não jogou nada, mas... )!

A vitória corintiana talvez seja a mais importante na luta perla permanência na primeira divisão! Dá moral!

O título do São Paulo foi “manchado”.

O torcedor do futuro pentacampeão nacional sabe que o sabor da conquista poderia ser um pouco melhor.

Observações:

Felipe foi o símbolo da vitória corintiana.

O negligente Diego Tardelli representa bem a derrota do líder. Até quando terá chances no clube?

*Corrigido



Escrito por Vitor Birner às 18h38
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O novo blog estará na net semana que vem.

Amigos, estou numa loucura por causa da reformulação do blog.

Sempre reclamei que gostaria de ter mais tempo para cuidar deste espaço.

A mudança significa alguns grandes passos nesta direção.

Como já expliquei, essa é a razão da ausência.

Semana que vem estará na net!

Por isso, nesta, só irei blogar se tiver alguma informação muito importante ou alguma crise de indignação.

Passarei a semana respondendo os posts atrasados . Vou colocar muita coisa em dia. 

Não tenho conseguido responder e se não o fizer, pelo menos um pouco, não há razão para ter um blog! 

Passarei a semana informando sobre o novo blog.

Obrigado! 

O esporte no fim de semana.

Não vou me aprofundar sobre os fatos do fim de semana, mas acompanhei os jogos de São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Cruzeiro. Continuo com as mesmas opiniões. O brasileirão, faz tempo, tem campeão. O Cruzeiro vai à Libertadores. O Grêmio é quase certo que também irá e mesmo sem jogar bem, basta olhar os elencos de Santos e Palmeiras para escolher em qual classificação apostar na competição continental. O Peixe é superior. Sobre o Corinthians, também mantenho as colocações. Com Carpegiani não cairia, com José Augusto acho que não e com Nelsinho Baptista, um dos piores do mercado, a chance aumentou razoavelmente. O Botafogo só tem a perder com a troca de Cuca por Mário Sérgio O título alemão na Copa do Mundo de Futebol Feminino se explica no trabalho que a Federação de lá faz. A CBF não realiza nenhum. Em campo, a briga é boa. Fiquei indignado, na sexta-feira, graças as penalidades que Cléber Abade mandou voltar no confronto do Coxa diante do Ipatinga. Respeitou a lei utópica do papel e pisou na prática, a que os árbitros utilizam no campeonato.



Escrito por Vitor Birner às 12h35
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Desclassificação vergonhosa.

Inadmissível e vergonhosa a derrota botafoguense contra o medíocre River Plate.

Não pode levar três gols e tomara virada com um jogador a mais.

No lugar do presidente Bebeto de Freitas, eu multaria Jorge Henrique, atleta que sempre elogiei, pelas firulas nas várias oportunidades de matar o jogo contra uma equipe que teve zagueiro e volante expulsos.

Dodô, como de costume, desperdiçou algumas oportunidades.

Não me venham com a história de que há coisas que só acontecem com o Botafogo. Direi que as histórias com os times de Dodô são quase sempre as mesmas.

Lembro que aos 20 minutos da etapa final, a televisão mostrou torcedores do River, derrotados, deixando o estádio.

O fraquíssimo Daniel Passarella, por enquanto, é o técnico dos milionários.



Escrito por Vitor Birner às 22h36
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Dias, o eterno ídolo.

Os fãs de futebol têm ídolos que nunca viram em campo. Pode ser uma contradição, mas é assim. Roberto Dias é um dos meus. Quando criança, meu pai, santista roxo, dizia que nunca tinha visto nada igual. O jogador que melhor marcou Pelé. Dos são-paulinos que o viram em campo, muitas vezes escutei que foi melhor que Dario Pereyra, algo quase impossível. Meus times de botão tinham Roberto Dias ao lado de Dario na zaga. As pessoas que conviveram com Roberto Dias, garantiam que que era o companheiro ideal. Humilde, dedicado, discreto e genial no trabalho. Como somos mortais, nem os mitos sobrevivem. É a lei de vida e deve ter uma razão para ser assim.

 

Roberto Dias, O Eterno Tricolor


(Texto de Roberto Dias, publicado na revista Lance Série Grandes Clubes – São Paulo em 1999)

Quando eu era moleque gostava muito de jogar bola. Não tinha um time do coração na época. Era apenas mais um torcedor de futebol. Como morava no Canindé, onde ficava o estádio do São Paulo, sempre tive uma tendência para ser tricolor.

Com 16 anos, um amigo meu, o Valdico, me levou para o clube para que eu fizesse um teste do amador do São Paulo. Fui lá, passei e logo entrei na equipe infantil. Começa aí a minha trajetória são-paulina, em 1959.

No ano seguinte, fui para o juvenil e também, repentinamente, para a Olimpíada de Roma, em 1960, como jogador da Seleção Brasileira, junto com Gérson e outros. Fomos eliminados, mas, quando voltei, subi para o time profissional do São Paulo, com apenas 17 anos.

A partir daí me identifiquei muito com o time, com a torcida, e fui criado em uma enorme paixão pelo São Paulo. Nunca tive vontade de sair ou de deixar o clube. Tinha orgulho de jogar lá. Antigamente, os jogadores tinham que forçar a saída para se transferir a outra equipe. Eu nunca fiz isso. Gostava de tudo no meu tempo de jogador. Até o salário: eu aceitava sempre o que os dirigentes me ofereciam.

Titular, tanto como volante ou como zagueiro, eu cheguei ao auge da minha carreira em 1970, quando pude participar da conquista do título paulista, justamente o que quebrou um jejum de 13 anos.

Em 1971, tive um problema cardíaco e fiquei afastado por dois anos do futebol. Na minha volta, em 1973, ainda joguei mais um ano no São Paulo. Com 30 anos, o clube me deu passe livre.

Fui então para o México, onde joguei por três anos no Jalisco, de Guadalajara. Lá, fui treinado por Mauro Ramos de Oliveira, ex-zagueiro do São Paulo e grande amigo meu.

Em 1977 encerrei minha carreira de jogador e me tornei um típico são-paulino. Passei a acompanhar quase todos os jogos do time, na maioria das vezes pela TV ou pelo rádio. Esporadicamente vou ao estádio acompanhar o time. Gosto mais de ficar torcendo em casa. Mesmo assim, me considero um são–paulino fanático e que nunca vai largar esta paixão.

Em 1987, um médico, amigo meu me indicou ao São Paulo para que eu trabalhasse lá. O clube, na hora, me convidou, e desde então eu convivo diariamente no Morumbi, dando aulas para filhos de sócios na escolinha de futebol do São Paulo.



Roberto Dias no São Paulo


(Fonte: Almanaque do São Paulo, de Alexandre Costa)


DIAS – zagueiro e meia (1960/1973)

523J (242V, 143E, 138D), 76G


No período de maior seca de títulos do time, o zagueiro Roberto Dias Branco (*São Paulo (SP), 28/6/1938) era a alma tricolor. A diretoria, preocupada em investir dinheiro na construção do estádio do Morumbi, enfraqueceu o elenco. Dias sentia falta de craques ao seu lado, mas não se incomodava com a fase ruim. Nunca faltou empenho ao jogador. Foram 14 temporadas no tricolor, apenas 2 títulos importantes , mesmo assim a empatia com a torcida foi tão grande que ele é considerado um dos grandes heróis da história do clube. Técnico, habilidoso e raçudo, jogou em todas as posições, menos no gol. Além de defender com maestria, atacava com faro de artilheiro. Parou de jogar depois que teve detectado um problema no coração.


Títulos pelo São Paulo: Campeonato Paulista (1970 e 1971)


* Creio que a data correta de nascimento seja 07/01/1943


Roberto Dias na Seleção


(Fonte: Seleção Brasileira 1914-2006, de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf)


Roberto Dias Branco


Pela Seleção Brasileira Principal: 25 jogos, 13 vitórias, 8 empates e 4 derrotas

Gols: 1 (no dia 30/05/1964: Brasil 5x1 Inglaterra)


Título: Copa Rio Branco (1967)

Estréia: 28/04/1963 – Brasil 3x2 França


Pela Seleção Olímpica: 4 jogos, 3 vitórias e 1 derrota

Gols: 2 (no dia 29/08/1960: Brasil 5x0 Formosa)

Estréia: 13/08/1960 – Brasil 3x1 Peru



Texto retirado de Livro sobre Roberto Dias


Texto retirado do livro de Fábio Matos – “Dias – A vida do maior jogador do São Paulo nos anos 1960” (livro feito para conclusão do curso de Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero em 2006, num trabalho orientado pelo jornalista e professor Celso Unzelte) – págs. 11 e 12.


Apresentação


Quem vê aquele senhor de meia-idade, corpo franzino, cabelos e bigode brancos, sentado num banco em frente à pequena vila de casas onde mora, no bairro de Moema, zona sul de São Paulo, não é capaz de imaginar que se trata de um ex-jogador de futebol.

Aos 63 anos (em 2006)... assiste a vários jogos transmitidos pela tevê, adora ser reconhecido por torcedores mais velhos e, por sua simplicidade, parece não se dar conta da importância que teve na história do São Paulo Futebol Clube. Como atleta, disputou 523 partidas com a camisa do Tricolor entre 1960 e 1973, sendo o quinto jogador que mais atuou na história da equipe em número de jogos e o terceiro recordista em tempo de permanência no clube (13 anos).

Mas não é só por isso que Roberto Dias Branco tornou-se um marco na história do São Paulo. Ele foi o representante maior de uma época sem grandes glórias, sem grandes nomes, sem grandes craques – só ele e mais ninguém. Muito por seu futebol assombrosamente técnico para um jogador de defesa, Dias transformou-se no símbolo máximo de toda uma geração de são-paulinos que hoje têm entre 50 e 60 anjos. Sem dinheiro em caixa e sem craques em campo (só Dias), o Tricolor amargou o maior jejum de títulos de sua história. Foram quase 13 anos, entre dezembro de 1957 e setembro de 1970, dez deles intensamente vividos pelo craque. Mesmo assim, ou talvez exatamente por isso, ele é amado pelos são-paulinos daquele tempo.

[...] O leitor se vê diante de uma figura complexa, repleta de histórias alegres e tristes, incoerências e fraquezas, desafetos e ídolos, temores e expectativas. Traços que fizeram de Roberto Dias Branco um craque como poucos e que o tornam, até hoje, um ser humano como qualquer outro. E um personagem único.”


Fábio Matos



Segundo o Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa (Ed. Abril, 2005), Dias fez 523 jogos pelo São Paulo (242 vitórias, 143 empates e 138 derrotas) e a ótima marca de 76 gols. Neste período, ele também teve passagens pela Seleção Brasileira Olímpica e principal. Era um dos grandes nomes da equipe do São Paulo que acabou com o jejum de títulos e conquistou o Campeonato Paulista de 1970. Apenas os goleiros Rogério Ceni, Waldir Peres e Poy, além do lateral De Sordi, jogaram mais partidas que ele pelo São Paulo.

Frase do dentista Valdirlei Martins, que atende a meu amigo Hélio Róveri e é muito fã do Roberto Dias: “Nos anos 60, faltavam 10 Dias para o São Paulo ser o melhor time do mundo”.

 



Escrito por Vitor Birner às 14h19
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Futebol é esporte para homem.

O São Paulo mostrou isso na imponente vitória contra o campeão da América. Aloísio, machucado, foi o responsável pelo gol. Um chutão de Rogério, uma bola perdida ganha de cabeça pelo centroavante, a dividida de Dagoberto e Aloísio, como de costume em jogos difíceis, ganhou na raça e marcou. Pior é que tem gente no Morumbi que não gosta dele. Acha que se machuca muito. Lembro que Diego Tardelli, por exemplo, raramente têm lesões.

Nos outros jogos, o Goiás até melhorou, mas não teve força para derrotar o Arsenal, em Sarandi.

O Vasco usou o caldeirão, a tradição de equipe grande e o bom futebol para vencer o Lanús por três a zero. Bela vitória.



Escrito por Vitor Birner às 14h08
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 Futebol é esporte de mulheres!

A seleção brasileira de futebol não deixou dúvidas contra as prepotentes norte-americanas. O técnico disse, antes da partida, que estava preocupado com a violência das brasileiras. Após o jogo, achei que o treinador brasileiro é quem deveria ter pedido cuidado à suas atletas. Marta teve momentos geniais.



Escrito por Vitor Birner às 14h07
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"Os São Paulos de Muricy". Agora é hora de elogiar!

O São Paulo ganhou por dois a zero do Figueirense com facilidade. Na entrevista coletiva, Muricy, com cara de bravo, como de costume, foi muito sincero. Concordo com tudo que falou. Da recuperação de Leandro até a importância de seu trabalho, ele tem razão. Estou na fase “eu admiro Muricy “. Não por conta dos resultados, mas pelo excelente futebol que a equipe tem apresentado. Todos sabem o que penso. Ele trabalha, como sempre diz, a continuidade. Repete, repete, repete e repete até os comandados aprenderem. Depois, faz o trabalho de manutenção, quando sobra tempo ensaia novas jogadas e consegue segurar os jogadores os pés dos jogadores no chão. No melhor estilo Muricy Ramalho, serei direto com os que pensam que no blog as coisas são pessoais. Faço análises sobre alguns esportes. Falo o que acredito. Continuo achando que errou demais na Libertadores. O time base tinha Jadilson na esquerda, Souza de volante, Ilsinho na direita e pior, Hugo intocável na meia. Hernanes não fazia parte dos planos. Entrou no time, pela primeira vez, durante a décima primeira partida no paulistinha ( começou duas vezes como reserva e foi titular em seis jogos no estadual ) e nem foi inscrito na primeira fase de Libertadores. Não considero a demora para usar Breno um erro, pois também não teria colocado um menino de dezessete anos na competição continental. Em suma, ninguém é perfeito e meu trabalho é criticar o que acho errado e elogiar os acertos. Este é o momento de aplaudir Muricy Ramalho.



Escrito por Vitor Birner às 14h14
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Cruzeiro tem campanha de campeão, mas...

O Cruzeiro conseguiu resultado de campeão contra o Vasco. A equipe de Dorival Jr ( outro bom trabalho dele ) cresce no campeonato e já tem aproveitamento (63% dos pontos disputados ) de equipe que luta pelo título. O problema para os cruzeirenses é o desempenho único e impressionante do São Paulo ( 74% dos pontos disputados ). Em 2003, na exuberante campanha do título, o Cruzeiro ganhou 72% dos pontos. Em 2004, o Santos conseguiu 64%, mesmo aproveitamento do Corinthians em 2005. Resta saber se o Cruzeiro vai manter a regularidade e se o São Paulo que tem dificílima sequência de jogos ( Boca (c), Inter (f), Flamengo (f), Corinthians (c), Fluminense (f) ) conseguirá repetir o desempenho atual.



Escrito por Vitor Birner às 14h11
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Explicações e novidade.

Amigos, não é de hoje que não consigo responder os comentários como gostaria. Eu não tinha divulgado, mas agora, com prazos quase definidos, fui autorizado a falar. O blog está sendo reformulado, o que me tomou muito tempo. Garanto que vai ficar bem mais interessante. Montei um time de craques. O Paulinho, por exemplo, bem antes de fazer sucesso com o blog dele, já era o repórter (durante a semana vou falar de toda a galera e do projeto! ). Minha equipe é composta por pessoas que não trabalham no futebol, mas que têm muito a acrescentar. O blog estará pronto, é quase certo, na segunda-feira. Depois, é provável que faça testes durante a semana antes de ser lançado definitivamente. Quando isso acontecer, dedicarei bem mais tempo a ele. Os que gostam do meu trabalho vão apreciar as mudanças.



Escrito por Vitor Birner às 14h11
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Recomendo!

Futebol é uma Caixinha de Surpresas, livro de Luiz Fernando Bindi, que será lançado hoje, segunda-feira, na Livraria Saraiva do Shopping Eldorado, as 19h30. O livro traz histórias e curiosidades deliciosas sobre futebol. Ganhei de presente do autor na sexta-feira e só não acabei de ler por falta de tempo. Bindi é genial! Tenho a honra de contar com ele no time do blog. Luiz Fernando Bindi é um dos futuros colunistas.



Escrito por Vitor Birner às 14h09
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O problema do Corinthians, repito, mais uma vez, não é o técnico.

O Corinthians nunca lutou pela Libertadores. Apenas fanáticos acreditaram nessa bobagem. As ações dos cartolas, apoiados por muitos torcedores, sempre deixaram o alvinegro entre os que lutam para não cair. Com Carpegiani, tenho certeza, não desceria. Quando José Augusto assumiu, a chance aumentou. Recomendo cuidado se decidirem trocar o técnico novamente. Com Nelsinho Batista, nome especulado no Parque São Jorge, aumentaria muito a possibilidade de queda. Além disso, não há, no mercado, nenhuma solução.

O Galo também terá que correr muito para fugir do rebaixamento. Os próximos jogos serão fora de casa, contra Flamengo e Grêmio.

O Náutico vai na direção contrária dos acima, mas o caminho para escapar do rebaixamento é longo. O Timbu ainda paga pelo período PC Gusmão.

O Furacão deve escapar. Na Arena da Baixada, mesmo o pior time que o Atlético apresentou em anos, dificilmente perde.

O Figueirense é fraco. O Paraná despenca. O Juventude não mostra força para escapar da segundona e o América, faz tempo, jogou toalha.



Escrito por Vitor Birner às 14h07
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Alviverdes em caminhos contrários?

O Coxa derrotou o Ceará por dois a zero e abriu oito pontos de vantagem para o quinto lugar. O Coritiba caminha firme de volta à primeira divisão. O Goiás, ao contrário, conseguiu empatar com o América RN em casa. Pode ter sido o empate emblemático, daqueles que lembraremos com inadmissível e responsável pela rebaixamento. Agora, terá que tirar coelhos da cartola. Os próximos adversários são, por ordem: Botafogo (F), Sport (F), Cruzeiro (C), Grêmio (F), Fluminense (C), Santos (F), Vasco (C), Paraná (F), Corinthians (C), Atlético MG (F) e Internacional (C). Duríssima tarefa para quem está em décimo segundo lugar, mas apenas com um ponto a mais que o melhor décimo sétimo lugar.



Escrito por Vitor Birner às 14h05
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Nota ZERO para os paulistanos. No dia mundial sem carro, criado na França em 1998, houve congestionamentos na cidade. Tudo que posso, faço caminhando. Experimente. Vale a pena!



Escrito por Vitor Birner às 13h52
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Quando vistoriava o gramado do Maracanã, Dunga foi questionado sobre a convocação de Alexandre Pato. O treinador, um pouco agressivo, explicou que ele sequer realizou cinco jogos seguidos pelo Internacional e não será chamado. Também falou sobre os quatro meses sem entrar em campo. Tudo bem. O argumento é bom, mas como explicar a convocação de Gladstone?Abaixo, repito o post de 11 de setembro, nesse blog.

 

E se você fosse Anderson Polga?

Eu poderia perguntar a explicação, mas como acho difícil que encontrem argumentos bons e atuais, prefiro perguntar o que você pensaria se fosse Anderson Polga?

A notícia está no sítio do jornal português Mais Futebol ( 6 de setembro ).

De forma inesperada, Gladstone acabou por alcançar um dos objectivos que traçou quando foi apresentado, a 3 de Julho. Na altura, o central brasileiro anunciou que queria relançar a sua carreira no Sporting, depois de uma experiência menos feliz em Itália (Juventus e Verona), e transformar a sua passagem por Alvalade num «trampolim» para a selecção brasileira.

A verdade é que o central nem precisou de um «trampolim», uma vez que nunca foi utilizado por Paulo Bento em jogos oficiais, e o banco de suplentes foi suficiente para ultrapassar o companheiro Polga (titular em todos os jogos da Liga) na corrida à vaga de central deixada em aberto pelas lesões de Alex (Chelsea) e Alex Silva (São Paulo).

Esta será a segunda vez que o jovem central merece a confiança do seleccionador Dunga que já o tinha chamado, em Novembro de 2006, quando ainda estava no Cruzeiro, para render Lúcio numa convocatória para um particular com a Suíça em que acabou por não ser utilizado.

No entanto, Gladstone já tinha um percurso consolidado nas selecções mais jovens do escrete, com destaque para um terceiro lugar no Mundial de sub-20, na Holanda, em 2004. A chamada do defesa do Sporting também poderá ser vista no âmbito da preparação de uma equipa para os Jogos olímpicos, uma vez que Gladstone conta apenas com 22 anos.

Perfil de Gladstone:
Nome: Gladstone Pereira Della Valentina
Posição: defesa-central
Data-de-Nascimento: 29-01-1985 (22 anos)
Naturalidade: Vila Velha, estado de Espírito Santo, Brasil
Nacionalidade: dupla, brasileira e italiana
Altura: 1,83 m
Peso: 79 kg
Percurso: Cruzeiro (2003 a 2005), Juventus (2005), Verona (2006), Cruzeiro (2007) e Sporting (2007).
Títulos: Campeonato Mineiro (2003), Taça do Brasil (2003), Campeonato Brasileiro (2003) e Campeonato Mineiro (2004)
Selecção do Brasil: vencedor do Torneio do Japão Sub-20 e terceiro lugar no Mundial Sub-20 da Holanda, ambos em 2004



Escrito por Vitor Birner às 00h37
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